“Minha vida parece uma estação de trem. Em qualquer horário, em uma plataforma distante da visão de muitos, mas ainda assim, algo passageiro, que trasporta o que nunca fica. Pessoas entrando e saindo dela quando bem entendem, depois de comprarem a passagem para o meu apego, depois de tomarem uma xícara de café no meio da praça, depois que marcaram com tinta permanente o meu bilhete de embarque. Assim, levando um pouco de mim e deixando um pouco de si, as pessoas esquecem de voltar e deixam-me quando o trem entra nos trilhos.” (f-i-x-y-0-u)